È com refundado orgulho que como Presidente do Conselho de Arbitragem da F.P.M., prefacio este livro de Regras de Matraquilhos.

Este documento serve para que todos os agentes envolvidos na organização, prática da modalidade (dirigentes, árbitros, atletas, etc.) e os próprios espectadores, tenham um perfeito conhecimento do seu articulado, pois assim incrementa-se os níveis do espírito de Fair-Play, o qual deve orientar sempre os envolvidos, reduzindo os focos de tensão durante os jogos.

     Obviamente, estas regras não podem conceber todas as situações que podem acontecer durante uma partida. Casos haverá, em que para manter a equidade entre concorrentes, os árbitros terão que se socorrer de situações análogas que, estas sim, estejam regulamentadas.

     As regras pressupõem que os árbitros têm a necessária competência, capacidade de julgamento, isenção e absoluta objectividade. Demasiadamente detalhada, um conjunto de regras, pode privar o árbitro da sua liberdade de julgamento e assim impedi-lo de encontrar a solução para um litígio, norteado pela justiça, lógica e outros factores especiais. Ainda mais grave, a profusão de regras e a sua aplicabilidade travam o ritmo que um jogo de matraquilhos deve ter.

     Arbitrar bem, é sentir o pulsar do jogo, para que este flua de forma natural, somente interferindo para o cumprimento objectivo das regras e especialmente do seu espírito.

     Esperamos assim, com a publicação deste conjunto de regras, uniformizar os procedimentos de arbitragem, para todas as competições oficiais a nível nacional, dando assim uma imagem de credibilidade à modalidade.

     Atenciosamente,

Pedro Pereira

Presidente do Conselho de Arbitragem

REGRAS DE JOGO NACIONAIS

 

 

REGRAS DE JOGO POR EQUIPAS

 

REGRAS DE JOGO INDIVIDUAIS

 

 

REGRAS DE JOGO INTERNACIONAIS

 

 

REGRAS DE JOGO INTERNACIONAIS

 

 

LISTA DE ÁRBITROS

 

REGULAMENTO DE ARBITRAGEM

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